sexta-feira, 16 de março de 2007

A História da York House


Após as boas vindas nada como começar por lhes contar a história da York House , e a razão do seu nome. A York House está instalada no que foi outrora o Convento dos Marianos.

Foi no ano de 1581 que o Padre Ambrósio Mariano rumou a Portugal trazendo com ele a Ordem dos Carmelistas Descalços seguidores de Santa Teresa.

Depressa se aperceceberam que Santos (lugar que remonta ao inicio da era cristã e que se liga ao episódio dos Santos Mártires de Lisboa – Verissimo, Julia, e Máximo) era o sitio apropriado à construção de um convento (do qual a York House é parte integrante).

Este, devoto à Nossa Senhora dos Remédios, começou a tomar forma a 27 de Setembro de 1606, contando com a doação anula de 100.000 Reis da parte de D. Filipe I que compreendeu a importância e a nobreza dos Marianos.

Até 1834 (extinçaõ da ordem religiosa pelo Mata Frades) a vida passa serena dentro das paredes conventuais, como que acompanhando o ritmo do Tejo ali tão perto; após essa altura o edificio esteve abandonado durante alguns anos.

Posteriormente as suas dependencias serviram para fins tão diversos como hospital militar (1856-1871) ou oficina de Gaspar José Marques que usava o templo para construção dos seus inventos.

Algumas datas mais Importantes na Vida da York House

1879 – Entre 1759 e 1879 o convento foi utilizado para diversos fins, que em nada o beneficiaram. Data exactamente do ano 1879 a sua venda, em hasta pública, a uma sociedade Irlandesa da Igreja Evangélica a qual a adquiriu pela importância de 30.000$00.
Advoga-se como razão plausível desta compra a propagação do culto evangélico, até porque de facto, em espaço contíguo, a sociedade inaugurou um templo para culto, tendo reservado para habitação do pastor uma das partes do convento. O restante espaço, agrupado em redor de um esplêndido claustro, foi alugado a artífices.

1880 - Passado que estava um ano sobre a compra do Convento, duas senhoras inglesas, oriundas da região de Yorkshire demonstraram desejo de alugar a área que habitava o pastor. Realizado o aluguer, adaptado o espaço, nascia uma pensão designada por YORK HOUSE.

1990 – 1910 – Após vinte anos de exploração do negócio as duas senhoras trespassaram a casa a outras duas igualmente inglesas. Uma década depois, sempre em mãos femininas, a pensão foi trespassada a uma dupla francesa, as senhoras Chiron.

1931 – Decorridos vinte e um anos estas proprietárias delegam, por 220.000$00, a YORK HOUSE, a um casal de origem francesa, Os Goldstein.
Sob a responsabilidade deste casal, ficava então uma pequena pensão de terceira classe, à qual davam vida seis pensionistas alojados com pouco conforto, carentes de água corrente, isentos de aquecimento apenas conhecedores de mobiliário impróprio, de paredes forradas a papel antigo, de chão de oleado e de lâmpadas que simplesmente penduradas no tecto ofereciam uma fraca iluninação.
Mesmo o restante equipamento industrial encontrava-se em idênticas condições: as roupas achavam-se já gastas; o trem de cozinha era praticamente inexistente; um único açucareiro adoçava o café de todos os pensionistas...
Nesta altura era a pensão constituida por um R/c no qual existia uma cozinha com fogão de lenha, uma casa de jantar, um escritório, uma sala, uma casa de banho e dezasseis quartos. Existia ainda a própria residência dos proprietários constituída por três divisões com casa de banho.
No primeiro andar encontravam-se dez quartos e uma sala-de-banho...
Não deixa de ser sugestivo desde já notar que, face a todo este aspecto, ainda que embelezado pela arquitectura conventual, a disposição em duas áreas e a existência de um pátio, tornava-se difícil antever possibilidades futuras de sucesso negocial, sendo que para mais, o próprio acesso da pensão era feito através do já referido pátio, isolando-a, portanto, dos contactos com a rua.


Todavia Madame Goldstein emprrendeu obra e lançou-se no repto de tomar condignas e habitáveis os vinte e seis quartos componentes da pensão. Cautelosamente, já que os meios eram limitados e o peso do trespasse considerável, foi dado o primeiro passo e assiste-se à limpeza e ao efectivo mobilar dos quartos da pensão. São também arranjadas as casas-de-banho para as quais são adquiridas banheiras. São ainda substituídas loiças e roupas e o trem de cozinha.

1940 – Os dez primeiros anos de exploração, já com um apetrechamento técnico
considerável, foram completados e incrementados com muito avultado e eminente
empenhamento e investimento humano, pessoal. Urgia fazer clientela, criar um nome que ultrapassa-se o âmbito nacional e até continental. Apostou-se, então, numa vocação latente que permitiu, de facto, a materialização dos objectivos propostos. Aliando trabalho e sentimento, colocando-os ambos em concurso, deram-se os primeiros passos no caminho da indústria Hoteleira.
Deste mesmo ano de 1940 datam as águas canalizadas, a electricidade incorporada nas paredes e pinturas laváveis nestas.

1941 – Foi então conquistado o sótão no qual se inscreveram dez quartos e duas casas-de-
banho com destino a vinte e cinco empregadas.
Também em 1941 o Home Internacional, sub-locatário da YORK HOUSE, abandona a parte que ocupava no primeiro andar. Nesse espaço, agora disponível, foram feitos oito quartos, quatro com casa-de-banho e ainda uma galeria com janelas debruçadas sobre um pitoresco pátio interior.
Todo este arranjo foi executado levando-se em consideração a arquitectura envolvente; também a decoração foi a esta moldura adequada.

1958 – De entre 1941 e 1958 foram os serviços o objecto de remodelação e adaptação aos
trinta e quatro quartos em funcionamento. A cozinha alargou-se; foi montada a primeira instalação de água quente e com ela, na medida das possibilidades, casas-de-banho privativas dos quartos.
No ano de 1958, tendo ficado livre a habitação do pastor protestante, ou seja, a parte do primeiro andar que enquadra o pátio pelo lado nascente,a YORK HOUSE aproveitou a opção facultada.
Mais uma vez urge fazer menção ao espírito de iniciativa e ao afecto que envolveram a realização das necessárias obras de vulto tendentes à adaptação da zona disponibilizada em quartos. Assim foram construídos onze, dos quais dez com W.C., uma sala, um corredor e uma nova escada de acesso. Os quartos agora feitos viram-se equipados com aquecimento central, bem como mais dezasseis, e ainda salas e corredores.

1964 – Tendo ficado devoluto o edifício que enquadra o pátio do lado poente, logo foram
demovidas todas as dificuldades de modo a permitir a sua integração na YORK HOUSE através de um contrato comercial de arrendamento.
Na posse desse edifício, que se limitava a um grande armazém com apreciável pé direito, fizeram-se obras de adaptação. Constataram estas da criação dos dois pisos, tendo sido instalado no primeiro andar, com porta para o pátio, um salão, um bar, uma casa-de-banho e ainda um quarto duplex. A ligação entre os referidos pisos foi feita com escada interior com balustrada, que comunicando com o corredor dava acesso ao primeiro andar e outras áreas da YORK HOUSE. Com portas para esse corredor e janelas para o pátio foram feitos dois quartos.
Em todas estas obras foi tido em conta o ambiente geral da YORK HOUSE e a integração das mesmas na original traça conventual. Data ainda do ano de 1964 o aumento e melhoria da casa-de-jantar, uma vez que o salão anexo à mesma foi transferido para aquele que foi instalado na nova integração.
Uma vez iniciadas estas obras, logo se verificou ser possível desentulhar toda uma sala que se encontrava por debaixo dela. Esta divisão é da mais pura traça com uma maravilhosa e clássica abóbada. Deste modo a casa de jantar foi instalada em duplex. Os melhoramentos não se revelaram fáceis e foram, sobretudo, bastante dispendiosos, pois restaurar e reconstruir são tarefas particularmente delicadas.

1965 – Atendendo ao volume de trabalho que representava para os serviços, o crescente
aumento de quartos e levando em consideração o progressivo aumento do custo
de mão-de-obra, verificou-se a necessidade de instalar uma lavandaria. Assim se fez, e esta, do tipo industrial, apresentou, na sua linha de montagem, os requisitos indispensáveis à sua melhor rentabilidade...
Também com vista à melhoria das condições de trabalho foi feita toda uma remodelação no material da cozinha a começar pelo fogão de gasóleo que foi substituído por um de gaz.
Em 1965 a YORK HOUSE era constituida por: quarenta e seis quartos, dos quais trinta e seis tinham casa-de-banho e W.C.; as duas casas-de-banho em cada andar; uma sala-de-jantar em duplex; três salas; uma cozinha e serviços e ainda dez quartos para empregadas com duas casas-de-banho. Apesar de todas as obras que se foram efectuando, existiu sempre o cuidado de deixar visível e aproveitar tanto quanto possível o estilo monasterial.
É de facto compensador poder-se observar a sua beleza arquitectónica a cada passo. Os seus corredores, formados pela junção de abóbadas sucessivas, as salas de estar, a sala de jantar, mesmo as portas de certos quartos, emprestam-nos a sensação de termos viajado no tempo e nos encontarmos num convento de séculos passados.
Sendo esta a situação em 1965, não deixaram de ir germinando outras ideias tendo em conta as possibilidades oferecidas pelo espaço, como é o caso de uma casa de móveis existente por debaixo da YORK HOUSE constituída por várias salas de uma traça arquitectónica também de grande beleza, susceptíveis de serem integradas na YORK HOUSE com muito bom aproveitamento. Porém, esta ideia deparou, ao tempo, com grandes dificuldades que só mais tarde vieram a poder ser removidas.

1966 – 1967 – Por esta altura surge, inesperadamente, a possibilidade da YORK HOUSE
se expandir, aproveitando a oportunidade de arrendar um prédio na Rua das Janelas Verdes, número 47. Consta que este imóvel teria grandes afinidades com Eça de Queirós e com a sua obra.
Feitos os contactos necessários foi possível concretizar o negócio, abalançando-se, então a YORK HOUSE em obra de certo vulto, a qual se materializou na reconstrução total do prédio. Ficaram apenas as paredes exteriores tendo sido todo o restante adaptado à exploração hoteleira, dentra da qual foi mantida e cultivada a atmosfera Querosiana. Estas obras prolongaram-se até ao ano de 1969 e daí resultaram mais doze quartos de nível superior, equipados com banho, bar, salas e respectivos apoios logísticos.
No termo da década de sessenta dispõe a YORK HOUSE de cinquenta e oito quartos dos quais quarenta e oito com casa-de-banho, e todo um conjunto de instalações e serviços que, agora sim, se podem classificar hoteleiros.

1970 – No início da década de setenta, resolvidas durante os primeiros três anos algumas
dificuldades financeiras provenientes de determinados feitos, foi a YORK HOUSE surpreendida pela Revolução de Abril e as suas incertezas. Não valerá a pena falar em retornados, do ano 1975, etc...
Passemos, então a 1981.

1981 – Em 1980 foi possível vencer diversas dificuldades para a integração da já referida
loja de móveis existentes por debaixo da YORK HOUSE e dar início ao estudo para o seu melhor aproveitamento em prol da residencial. Ainda nesta situação nos encontramos presentemente.
De 1981 data e obra da portaria realizada de molde a integrar-se no estilo conventual da casa.
No que se refere à nossa clientela, podemo-nos honrar de terem habitado na YORK HOUSE, algumas figuras importantes, nacionais e estrangeiras, do campo das letras e da pintura, tais como: António Nobre, Raúl Brandão, Bernardino Machado, José Régio, Oliveira Martins, Teixeira de Pascoais, Vieira da Silva, Graham Green, Alexandra Nanini, SAR Príncipes Luxemburgo, Teresa Braganza, Cliff Richard, Reamon, Luciano Bennetton, Maria de Medeiros e muitos mais.

2003 - Inicio do novo projecto de redecoração da YORK HOUSE adaptando-a aos novos tempos e á nova clientela. O Projecto foi entregue á Arquitecta Filipa Lacerda que fez um magnifico trabalho conjugando um espaço antigo com uma decoração a que chamo "design chic" . O Sucesso foi imediato e os receios de que alguma clientela mais tradicional não aceitasse bem esta nova realidade não se confirmou.


















YORK HOUSE
A Brief History


1606
York House Can be found at Rua das Janelas Verdes, 32, in Lisbon. It is a part of what was the ancient Convent of the Discalced Carmelites, built in 1606 and commonly known as the Convento dos Marianos or Marian Convent.

1759
When the Marquis of Pombal dissolved the religious orders in 1759, the Convent was shut down and its Church closed to worship.

1879
Between 1759 and 1879 the Convent was used for many purposes, none of which brought benefit to it. In 1879, it was sold by public auction to an Irish Society of the Evangelical Church that bought it for the sum of 30,000 escudos.

Presumably the reason behind the purchase was the propagation of evangelical faith and the Church was reopened to worship to worship at this time. A part of the Convent was kept as the pastor’s residence and another, situated around a beautiful cloister that had been practically abandoned, was hired out to small artisans.

1880
A year after the Convent had been bought; two English ladies rented a large part of the wing in which the pastor resided. This they adapted into an inn that they called York House.


1900 to 1910
After running the business for twenty years, these two ladies sold the business to two other English ladies who, in turn, sold in ten years later to two French ladies...



1931
Twenty-one years later, these ladies, Chiron by name, who now owned York House, sold it for 220,000 escudos to a French couple by the name of Goldstein.

The business did not flourish at all well. After all, the couple had bought what was, in effect, the third-rate inn: there were six patrons living in poor lodgings, with no comfort whatsoever; no running water, no heating of any kind, the furniture inappropriate, the walls papered over with dirty paper, the lighting consisting of plain light-bulbs hanging from the ceiling, the floor covered with worn linoleum full of hole. The equipment was of the same standard as the rest: the linen worn and tattered, the kitchen equipment was almost non-existent and, suffice it to say, in the dinning-room there was only one sugar bowl for all the guests.

The inn at the time consisted of the following:

The Ground Floor
A kitchen equipped with a wood-burning stove, a dining room, an office, a sitting room, a bathroom and lavatory, and 16 rooms. There were also three rooms that constituted the proprietors apartment, also provided with a bathroom.

The first floor
A bathroom and ten rooms.


This desolate panorama would have been sufficient to cause despair, were it not for the architecture of the old Convent, with its two wings, one on either site of the patio that provides the access to the inn and seclusion from the roadway outside. This indeed provided some hope for the future.
Perhaps it was with this in mind that Mrs Goldstein set to work and began to make the 26 rooms that made up the inn habitable.

The first steps were taken with great caution for resources were limited and the “key money” that had been paid to obtain the lease weighed heavily.

Cleaning and furnishing the 26 rooms, fixing the bathrooms, and buying the necessary bath-tubs, linen, crockery and kitchen equipment were the first steps that had to be taken.


1940
These first ten years of operation, with modest but suitable fixtures and fittings, required a great effort. The development of custom and the creation of a name that became well-known beyond the borders of the country and became a labor of love. We do not intend, with this statement, to speculate about sentiments, but would rather explain the causes of the phenomenon. Indeed, it was this phenomenon that allowed the initial work to be carried out that was to lead to the refurbishment setting York House on the path to a place of honor in the hotel industry. Running water and electric cables running inside walls painted with washable paint were undertaken in 1940.


1941
The attic was conquered in 1941 and this led to the creation of ten good rooms and two bathrooms that provided amenities for a staff of 25.

During the year Home International, a sub-tenant of York House left the premises that it had occupied on the first floor. In the Space now made available a further eight rooms were built, four of which with en-suite bathrooms, with a gallery looking over a picturesque patio. Care was taken during these alterations to respect the surrounding architecture and careful attention was given to the interior decoration.


1958
Between 1941 and 1958 the service facilities were all remodeled and the 34 rooms in use were refurbished.

The kitchen was modernized and fitted with electrical equipment and an oil-fired cooker. The first boot water plant was introduced and, as far as was possible the rooms were provided with private bathrooms.

With the departure of the protestant pastor in 1958, the part of the first floor that formed the East side of the patio fell vacant and York House took full advantage of this opportunity.

A great deal of work was involved, not only because of the extent of the work itself, but also because the nature of building conditioned the plans. Despite this, the owner showed great initiative and the programmer was completed as planned.
This involved the construction of a further eleven rooms, ten of witch with full private bathroom, a lounge, a corridor and an access staircase.

The technical standard that York House had attained by this time meant that central heating was now becoming important and these eleven rooms were equipped with this, as were a further 16 rooms, the lounges and the corridors.

Nowadays, all the rooms are fully central-heated.




1964
The building that formed the west side of the patio now fell vacant and despite the many difficulties that had to be surmounted, it was possible to incorporate this area into York House by means of a commercial lease.

This building was, in effect, no more than a large warehouse with ample headroom. Alternations were carried out permitting two floors to be created. On the first floor, with a door leading into the patio, a lounge and a bar were built, together with a lavatory, in addition to a room with its own bathroom on built on two floors.
The two floors were connected by means of an internal, balustrade staircase leading to the corridor. This corridor, in turn, leads to the first floor of the other wings of the inn. Leading off this corridor, two bedrooms with bedrooms were built overlooking the patio. In carrying out this work, which started from the bare walls of the war chouse, great attention was paid to detail so that the general atmosphere of York House was preserved and the whole was carefully incorporated into the design of the old convent.

As a result of this work it was finally possible to improve the dinning room. The lounge that was next to the dining room was moved to the new building and the space that became available was thus free to be used to increase the dining area. This was carried out in the same year.

When work began on the dining room, it was seen that it would be possible to make use of a room lying underneath. Here, filled with rubble, was a beautiful room of pleasing, classical lines and a magnificent vaulted ceiling. Once this was cleared it became possible to use the two floors for the dining room. The work was not easy and it was very costly, for restoration and reconstruction it not works to be lightly undertaken. Particular attention was given to the decoration.


1965
Given the increased work involved in running the ever-greater number of rooms, and bearing in mind the increasing cost of labor, it became necessary to install a laundry.
This was done a proper industrial laundry was set up.

Also designed to improve working conditions, the kitchen equipment was renewed, including the old oil-fired stove that gave was to a modern gas-cooker.

By 1965, York House had:
· 46 rooms, of which 36 with full, private bathroom
· Two bathrooms on each floor
· A two-floor dining room
· Three lounges
· Kitchen and service facilities
· Ten rooms and two bathrooms for the staff


Despite all the building work that has taken place, care has always been taken to preserve and to bring to light its monastically style. Its architectural beauty can be seen at every corner. Its corridors, formed by the junction of successive vaults, the lounges, the dining room, even the doors leading into certain rooms, give us a feeling of being in a convent of the last century.

This is the situation in 1965. In the meantime, other ideas have gained ground, opening up new possibilities: such is the case of the furniture shop that exists beneath York House. It consists of several rooms of great architectural beauty and these too could very usefully be incorporated into York House.

At the time, there were too many obstacles and it was only later that it was possible to remove them.

Regarding our clientele, we are extremely honored to have hosted several famous guests, such as…

- António Nobre - Vieira da Silva - Maria de Medeiros
- Raúl Brandão - Graham Green - Francoise D`Artmare
- Bernardino Machado - Marguerite Duras - J. Cloude Van Damme
- José Régio - Leo
- Oliveira Martins - Hugo Pratt
- Teixeira de Pascoais - Marie Trintignant

8 comentários:

Anónimo disse...

Bravo excelente blog

Historiador disse...

Não fazia a menor ideia que a York House tinha uma história tão antiga. Gosto muito de ir aí jantar, especialmente no verão nesse maravilhoso jardim

Anónimo disse...

anonymous,vc tem bom gosto

Anónimo disse...

historiadormolhe k nas outras estações tb se come bemm...

Anónimo disse...

...lembro-me da YH kd ñ permitiam k se comesse no jardim,pk podia sujar o empedrado do jardim!

Maria João disse...

A York House é um excelente exemplo de como se pode recuperar brilhantemente um edíficio antigo, transformando-o num espaço moderno, cheio de charme e onde principalmente se respira tranquilidade.
Mais do que isso, a York House é clean, cool, fresh e glamourous. Bem ao estilo daquilo que procura o cliente do séc. XXI

Anónimo disse...

no domingo almocei um excelente pargo assado e assisti a um americano,comendo a cabeça do mesmo
ena gingo valente!

Pedro Sousa disse...

Como investigador em história posso apontar estudos que demostram que entre 1837 e até 1844 Gaspar José Marques era director do Conservatório de Artes e Oficios que se situava no antigo Convento dos Marianos.

CARVALHO, Rómulo de - Os Conservatórios de Artes e Ofícios de Lisboa e Porto. Ciência e Técnica: Boletim da Organização dos Trabalhadores Científicos. Lisboa. 2:2 (1981). p. 9-12.

Pedro Rodrigues de Sousa

Para mais pormenores contactar acexandre@clix.pt